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TI Santa Catarina http://tisc.com.br Blog sobre tecnologia e inovação Mon, 18 Dec 2017 17:07:39 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=4.9.5 Sete startups para acompanhar em 2018 http://tisc.com.br/startups-2018/ http://tisc.com.br/startups-2018/#respond Mon, 18 Dec 2017 17:07:39 +0000 http://tisc.com.br/?p=6984 Bitcoin é ou não é um bom investimento? As fintechs desbancarão os bancos tradicionais? As novas tecnologias vão desempregar muitos trabalhadores nos próximos anos? Mesmo sem respostas, esses questionamentos vêm dominando a atenção do mercado. Muitos impulsionados pelo crescimento das startups nacionais, seja pela inovação, seja pela aproximação com grandes empresas de diversos setores. Em 2018, o cenário não é diferente. Conheça as sete startups para ficar de olho no próximo ano:   Fintech: Fintech não se resume apenas à Nubank. O mercado brasileiro deste segmento financeiro continua crescendo em ritmo acelerado. No último ano, a quantidade de startups da […]

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Bitcoin é ou não é um bom investimento? As fintechs desbancarão os bancos tradicionais? As novas tecnologias vão desempregar muitos trabalhadores nos próximos anos? Mesmo sem respostas, esses questionamentos vêm dominando a atenção do mercado. Muitos impulsionados pelo crescimento das startups nacionais, seja pela inovação, seja pela aproximação com grandes empresas de diversos setores. Em 2018, o cenário não é diferente. Conheça as sete startups para ficar de olho no próximo ano:

 

Fintech:

Fintech não se resume apenas à Nubank. O mercado brasileiro deste segmento financeiro continua crescendo em ritmo acelerado. No último ano, a quantidade de startups da área passou de 309 no país, um aumento de 41% em relação ao ano anterior. Entre elas, a Asaas foca em um público diferente: profissionais autônomos, MEIs e micro e pequenas empresas. Criada em dezembro de 2013, a plataforma ASAAS é uma solução completa para gestão de pagamentos e cobranças. E o crescimento está acelerado. Depois de fechar o ano de 2015 com um aumento de 400%, a startup financeira cresceu cerca de 320%, em 2016. No mesmo ano, os clientes ativos transacionaram um total de R$ 103 milhões via sistema. Desde o lançamento da startup, o sistema já recebeu investimentos de mais de R$ 6 milhões. O último aporte recebido foi no valor de R$ 2,5 milhões, liderado pelo fundo Cventures Primus.

 

Gestão empresarial:

Muitas empresas estão investindo em gestão ágil para crescer de forma rápida e consistente. Com uma solução pioneira no Brasil, a CoBlue é especialista em metodologia OKR e a primeira no país a desenvolver um software deste segmento. O método de gestão, famoso por ser usado em grandes empresas como o Google, auxilia a potencializar o crescimento de instituições, aprimorar suas culturas organizacionais com foco em alto desempenho, aumentar a horizontalidade, transparência e cooperação dentro das empresas. No total, a CoBlue já impactou mais de 30 mil pessoas. A projeção é que até o fim deste ano 210 empresas adotem a solução e o software gere um aumento de 10 vezes no seu número de usuários, contratos e faturamento – em 2016, a receita da empresa foi de mais de R$ 1 milhão.

 

Varejo:

Em geral, o lucro real dos supermercados representa apenas 2% de seu faturamento total. São muitos os processos que, por falta de automatização e modernização, se tornam lentos e caros. A Smarket surgiu em 2013 a partir da percepção desses problemas e se propõe a  potencializar as promoções e a agilizar a produção de materiais de divulgação. O software desenvolvido pela startup catarinense é pioneiro no país e conecta dados de estoque, validade, preços e estatísticas de venda, resultando na identificação dos produtos mais estratégicos para entrarem em promoção e automatizando a produção de tablóides, por exemplo. Estima-se que a metade das promoções realizadas não geram aumento nas vendas ou, muitas vezes, causam prejuízo aos mercados.

 

Eventos:

O setor de Turismo, Eventos e Hospedagens cresceu 4,3% no primeiro trimestre de 2017, de acordo com dados do Ministério do Turismo. A área de eventos foi a segunda mais promissora no período, com crescimento de 6,9%, atrás apenas das operadoras de viagens. Olhando para esse cenário e para uma das maiores demandas da área, a startup mobLee decidiu investir em tecnologias que podem ser aplicadas de ponta a ponta na organização de eventos. No mês de outubro, a empresa, que já desenvolveu apps para mais de 700 encontros, lançou mais três soluções tecnológicas para o setor. Em 2017, a empresa triplicou o número de funcionários, passando de 15 para 50. Um dos impulsos para este crescimento acelerado é o aporte de R$ 3 milhões recebido no início de 2017 pela gestora de fundos de venture capital Bzplan. Entre os clientes, estão a Associação Brasileira de Private Equity e Venture Capital (ABVCAP), Endeavor Brasil, BM&F Bovespa, Bradesco, Sebrae, Magazine Luiza e empresas de tecnologia de diversos portes, como Salesforce, Zendesk e Resultados Digitais.

 

Saúde:

Segundo o Institute for Healthcare Informatics (IMS), de cada 100 prescrições, apenas 25% são seguidas como deveriam. Além disso, segundo dados da própria IMS, o custo de oportunidade do setor de saúde apenas nos EUA é de cerca de US$ 1 trilhão. A CUCO Health é uma startup de health tech que oferece soluções para melhorar a experiência da população com o tratamento médico. Conectando profissionais da área da saúde e pacientes, a empresa criou, em 2015, o aplicativo CUCO, que permite um acompanhamento completo da saúde dos seus usuários: desde lembretes para tomar os remédios, até o monitoramento personalizado por profissionais, sempre focando na prevenção clínica. A CUCO é a primeira empresa de saúde a trazer o conceito de Personal de Saúde para o Brasil e o aplicativo já foi baixado por mais de 60 mil pessoas, dentro e fora do país. Além do app, a CUCO disponibiliza uma plataforma de monitoramento de pacientes, o POP Health, que integra o sistema de alguns hospitais.

 

 

Gestão pública:

Assim como o agronegócio, a gestão pública é um dos setores tradicionais que começam a sentir o impacto das startups. A 1Doc desenvolve uma plataforma totalmente web de comunicação, atendimento e gestão documental para órgãos públicos. Com a solução, as secretarias, autarquias e departamentos ficam conectados aos cidadãos e empresas contribuintes para resolver mais rapidamente as demandas do dia a dia. Recentemente, a startup recebeu um aporte da Softplan, uma das maiores empresas de softwares de Santa Catarina. A expectativa da startup é alcançar até o fim de 2018 mais de 130 órgãos do país, especialmente prefeituras municipais.

 

Marketing no PDV

Empresas da indústria e do varejo investem cada vez mais em métodos complementares para ampliar o resultado em vendas, tendência reforçada pelo potencial de retomada do crescimento do consumo no Brasil. Entre eles, o setor de trade marketing é estratégico para o mercado, tanto para os profissionais que atuam na interação entre marketing e vendas quanto para as empresas que buscam manter a competitividade a partir de ações no ponto de venda. Quase 80% das empresas do ramo já utilizam tecnologia voltada para o setor, segundo a pesquisa Trade Insight, refletindo no crescimento do uso de soluções como o Agile Promoter, aplicativo de gestão no ponto de venda desenvolvido pela Involves. A empresa catarinense criada em 2008 registrou crescimento de mais de 100% ao ano desde 2010, faturando R$ 11,4 milhões em 2016 e atendendo clientes como L’Oreal, Nestlé, Motorola, Bosch e Tramontina.

Startup Involves

Startup Involves é um dos destaques catarinenses

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FAPESC distribui R$ 480 mil no Prêmio Stemmer Inovação Catarinense http://tisc.com.br/fapesc-distribui-r-480-mil-no-premio-stemmer-inovacao-catarinense/ http://tisc.com.br/fapesc-distribui-r-480-mil-no-premio-stemmer-inovacao-catarinense/#respond Tue, 07 Nov 2017 12:36:25 +0000 http://tisc.com.br/?p=6971 Treze pessoas receberam troféus, certificados e ordens bancárias referentes aos primeiros lugares no Prêmio Stemmer Inovação Catarinense, oferecido pelo governo estadual por meio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). A solenidade de entrega reuniu, na FIESC, os contemplados, o governador Raimundo Colombo, o titular do MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e o presidente da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), Marcos Cintra, entre outras autoridades. O prêmio contemplou empresas, instituições e protagonistas da inovação em cinco categorias, nas quais os primeiros colocados receberam R$ 60 mil, os segundos lugares […]

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Marcos Marchezan representou o Instituto Stela, que venceu na categoria Instituição de CTI (Crédito: Jéssica Trombini/FAPESC)

Treze pessoas receberam troféus, certificados e ordens bancárias referentes aos primeiros lugares no Prêmio Stemmer Inovação Catarinense, oferecido pelo governo estadual por meio da FAPESC (Fundação de Amparo à Pesquisa e Inovação do Estado de Santa Catarina). A solenidade de entrega reuniu, na FIESC, os contemplados, o governador Raimundo Colombo, o titular do MCTIC (Ministério de Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações) e o presidente da FINEP (Financiadora de Estudos e Projetos), Marcos Cintra, entre outras autoridades.

O prêmio contemplou empresas, instituições e protagonistas da inovação em cinco categorias, nas quais os primeiros colocados receberam R$ 60 mil, os segundos lugares receberam R$ 30 mil, e os terceiros R$ 15 mil, totalizando R$ 480 mil. Eles também receberam troféus e certificados. A lista completa dos vencedores do prêmio Stemmer Inovação Catarinense pode ser acessada neste link.

O vencedor da categoria Protagonista da Inovação foi Roberto Zagonel, idealizador da Torneira Prima Touch, que possui sistema de controle de temperatura gradual por toque e pode ser facilmente manuseada por pessoas com limitações físicas. O sistema facilita a montagem da torneira e elimina desgastes mecânicos. Na segunda colocação ficou Eduardo Jara, e em terceiro lugar Alvaro Michelotti.

Na categoria Empresa Inovadora de Micro e Pequeno Porte, a primeira colocação ficou com a empresa INTRADEBOOK, de Florianópolis, que criou uma plataforma global de negócios internacionais para Pequenas Empresas, homônima à empresa.  Ela conecta clientes e fornecedores ao redor do mundo, oferece módulo de negociação, operação e lista de prestadoras de serviços de comércio exterior e logística. Presta serviços em três idiomas principais (Inglês, Português e Espanhol), com possibilidade de ampliação para Swahili, Francês e Russo. A empresa foi selecionada anteriormente pelo ITC International Trade Centre (agência da ONU e OMC) para ter a plataforma disponibilizada aos 164 países apoiados pelo ITC no mundo. As concorrentes nesta categoria foram a BYOND (EFICID-GYTH), que ficou na 2ª colocação, e a ATAR, que ficou em na 3ª posição.

A categoria Empresa Inovadora de Médio e Grande porte foi vencida pela maior fabricante de fixadores da América Latina, a Ciser Parafusos e Porcas, de Joinville. Sua escolha se deu por causa do NanoTec® , um selante que apresenta alta versatilidade  que pode ser aplicado em superfícies metálicas, aumentando em até 20 vezes a resistência à corrosão sem interferência no aumento de espessura da camada, que em algumas aplicações poderia gerar problemas de montabilidade do produto final. As outras finalistas da categoria foram a Bry Tecnologia e a EMBRACO.

Na categoria Instituição de CTI, o vencedor foi o Instituto Stela, que concorreu com a Plataforma Intelligentia, que representa uma evolução do conceito de observatório de conhecimento. A inovação auxilia a resolução de problemas nas organizações, unindo componentes internos e externos para conectar e localizar pessoas, conteúdos e processos, permitindo também compreender as oportunidades e riscos. A segunda colocação ficou com o Labsolda, da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), e na terceira colocação ficou com a UNISUL (Universidade do Sul de Santa Catarina).

A última categoria foi Instituição Inovadora, que teve apenas uma finalista: a EMBRAPA Suínos e Aves, de Concórdia. A inovação-referência foi o abatedouro móvel, uma unidade itinerante com equipamentos para abate de animais domésticos em três modelos: suínos e ruminantes; aves; e pescado. Seu desenvolvimento está adequado às particularidades produtivas e a legislação sanitária e ambiental do Brasil.

 

Fonte: Coordenadoria de Comunicação da FAPESC

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Ministério da Ciência e Tecnologia lança projeto em SC para estimular setor eletrônico http://tisc.com.br/ministerio-da-ciencia-e-tecnologia-lanca-projeto-em-sc-para-estimular-setor-eletronico/ http://tisc.com.br/ministerio-da-ciencia-e-tecnologia-lanca-projeto-em-sc-para-estimular-setor-eletronico/#respond Tue, 07 Nov 2017 12:30:13 +0000 http://tisc.com.br/?p=6968 A Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (SEPIN-MCTIC), a Fundação CERTI e o SENAI/SC lançaram nesta segunda-feira (06/11), em Florianópolis, a segunda etapa do projeto LABelectron Nucleador, uma iniciativa para estimular e promover a competência nacional no desenvolvimento e produção da eletrônica de produtos com tecnologias da informação e comunicação. O evento de lançamento, na ACATE Primavera, contou com a participação do ministro Gilberto Kassab, do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital da SEPIN, José Sampaio Gontijo, do governador do Estado, Raimundo Colombo, além de outras lideranças do setor de tecnologia. Financiado […]

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Assinatura do projeto com a presença do ministro e governador foi no Centro de Inovação ACATE. Crédito: Certi

A Secretaria de Política de Informática do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações (SEPIN-MCTIC), a Fundação CERTI e o SENAI/SC lançaram nesta segunda-feira (06/11), em Florianópolis, a segunda etapa do projeto LABelectron Nucleador, uma iniciativa para estimular e promover a competência nacional no desenvolvimento e produção da eletrônica de produtos com tecnologias da informação e comunicação. O evento de lançamento, na ACATE Primavera, contou com a participação do ministro Gilberto Kassab, do diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital da SEPIN, José Sampaio Gontijo, do governador do Estado, Raimundo Colombo, além de outras lideranças do setor de tecnologia.

Financiado com recursos do Programa Prioritário HardwareBR, da Lei de Informática, e coordenado pela SEPIN-MCTIC, o LABelectron Nucleador visa estabelecer na região Sul do Brasil um empreendimento modelo para desenvolver e consolidar plataformas de soluções para a competividade da manufatura de placas eletrônicas de alta confiabilidade em pequenas séries. Nesta segunda etapa – a primeira foi desenvolvida entre 2007 e 2011 -, o projeto será realizado em parceria com o SENAI-SC e conta com investimentos de aproximadamente R$ 13 milhões para execução até o final de 2018. A expectativa é que o modelo inovador seja disseminado para outras regiões do país.  “O nosso objetivo é contribuir cada vez mais com os diversos setores na chamada indústria 4.0, que vai agregar mais competitividade e modernização ao ecossistema brasileiro de inovação tecnológica”, destaca o Superintendente Geral da CERTI, José Eduardo Fiates.

Fundado em 2002 por iniciativa da CERTI, o LABelectron  é um laboratório-fábrica que fornece ao mercado soluções tecnológicas inovadoras a partir do desenvolvimento de projetos e da manufatura de placas eletrônicas em pequenas séries, com flexibilidade e customização, atendendo diretamente às necessidades das pequenas e médias empresas que não têm demanda para produção em larga escala. Considerado pioneiro no Brasil, o modelo permite que a infraestrutura seja utilizada tanto para a prestação de serviços a empresas, como para a aplicação de P&D. Desde sua implementação, o LABelectron já atendeu cerca de 130 empresas, atingindo a marca de 68 milhões de componentes montados em mais de 340 mil placas eletrônicas.

De acordo com o diretor de Ciência, Tecnologia e Inovação Digital da SEPIN, José Sampaio Gontijo, o projeto LABelectron Nucleador propiciará o desenvolvimento do setor eletrônico a partir de novas parcerias e o surgimento de novas empresas de base tecnológica no país.  “Esse projeto apoia não só empresas de médio porte, mas possibilita também parcerias com empresas muito grandes, como no caso da Embraer. Nós estamos falando de um investimento relevante, mas perto de todos os benefícios que ele pode potencializar, são investimentos pequenos que vão se materializar a longo prazo. A gente entende que ele terá um efeito catalizador, que vai possibilitar não só o desenvolvimento de pesquisas, pela própria CERTI e as empresas beneficiadas, mas também o surgimento de startups inovadoras que estarão atreladas aos projetos de pesquisa”, destaca Gontijo.

CERTI e SENAI assinam acordo de cooperação

Além do lançamento do projeto, o evento também foi marcado pela assinatura do acordo de cooperação entre a CERTI e o SENAI/SC, que propiciará a transferência do LABelectron para o Sapiens Parque e, consequentemente, uma integração mais eficiente entre o laboratório-fábrica e a indústria em geral.

“Queremos que o Instituto da Indústria seja um habitat da Inovação. Lá já temos o Instituto Senai de Inovação em Sistemas Embarcados, o Centro de Inovação SESI em Tecnologias para Saúde e agora também o LABelectron”, diz o diretor regional do SENAI/SC, Jéfferson de Oliveira Gomes. “O LABelectron tem uma grande expertise no desenvolvimento de componentes eletrônicos e vai ampliar sua contribuição nessa área às empresas de todo o Estado e também de fora de Santa Catarina”, completa.

Segundo o diretor técnico do SENAI/SC, Mauricio Pauletti, “as duas instituições vão unir forças para oferecer à indústria, especialmente nesse momento da quarta revolução industrial, da chamada Indústria 4.0, estrutura para o desenvolvimento de pesquisas. O objetivo é promover uma maior competitividade para a indústria nacional”.

Diretor-executivo do LABelectron, Carlos Alberto Fadul acredita que, a partir de agora, surgirão mais oportunidades para o fomento de novos negócios.“Esse é um movimento estratégico para a CERTI, pois estaremos mais próximos dos representantes da indústria, teremos oportunidades para compreender melhor suas necessidades e desenvolver soluções eficientes”, diz Fadul.

 

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Metade dos usuários de serviços bancários online já optam por fintechs, aponta estudo http://tisc.com.br/metade-dos-usuarios-de-servicos-bancarios-online-ja-optam-por-fintechs-aponta-estudo/ http://tisc.com.br/metade-dos-usuarios-de-servicos-bancarios-online-ja-optam-por-fintechs-aponta-estudo/#respond Mon, 06 Nov 2017 16:48:16 +0000 http://tisc.com.br/?p=6961 Facilidade de acesso, gestão financeira sem burocracia e serviços de baixo custo atraem consumidor. Startups como a catarinense PagueVeloz apostam em nichos de mercado e hoje já acumulam milhares de clientes Com rotinas cada vez mais corridas e smartphones sempre à mão, o brasileiro tem descoberto a facilidade de cuidar do dinheiro, contas e investimentos com poucos cliques. Com o boom das fintechs, empresas com soluções facilitadas dentro da área de finanças, essa realidade é ainda mais comum. Um estudo global conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn apontou que metade dos usuários de serviços financeiros online ao redor do mundo […]

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Facilidade de acesso, gestão financeira sem burocracia e serviços de baixo custo atraem consumidor. Startups como a catarinense PagueVeloz apostam em nichos de mercado e hoje já acumulam milhares de clientes

Com rotinas cada vez mais corridas e smartphones sempre à mão, o brasileiro tem descoberto a facilidade de cuidar do dinheiro, contas e investimentos com poucos cliques. Com o boom das fintechs, empresas com soluções facilitadas dentro da área de finanças, essa realidade é ainda mais comum.

Um estudo global conduzido pela Capgemini e pelo LinkedIn apontou que metade dos usuários de serviços financeiros online ao redor do mundo já são clientes de uma fintech. No Brasil, o mercado online também ganha destaque, até mesmo nas instituições tradicionais: de acordo com a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), as transações realizadas pelo celular (mobile banking) já são o principal canal de relacionamento. Em 2016 foram feitas 21,9 bilhões, 34% do volume total de operações bancárias e alta de 96% em relação ao ano anterior.

Neste cenário, negócios como a catarinense PagueVeloz, especializada em soluções financeiras para nichos de mercado, tem conquistado cada vez mais adeptos. A startup foi fundada em 2013 e iniciou a atuação com uma plataforma para emissão e gerenciamento de boletos voltada ao setor automotivo. Hoje é utilizada também em e-commerces e empresas de pequeno porte que precisam gerir recebimentos. “Acredito que o fato de disponibilizarmos os saldos das vendas em até 24 horas, mesmo que feitas via cartão de crédito, contarmos com aplicativo para transação via comando de voz e taxas mais baixas é o que tem nos fortalecido dentro dos segmento”, explica José Henrique Kracik da Silva, CEO da PagueVeloz.

A expectativa da startup era finalizar 2017 com 5 mil clientes, marca que atingiu ainda em agosto. “Crescemos exponencialmente todos os anos e o fato de que o mercado de fintechs tem se tornado uma opção prática, segura e intuitiva, especialmente para micro e pequenas empresas são motivos para estes números positivos”, avalia o empresário.

Público a ser explorado
A empresa global Techfoliance analisou o perfil do brasileiro em relação às finanças. Atualmente mais de 55 milhões de adultos no Brasil ainda não têm conta bancária, o que representa cerca de 40% da população. Para José Henrique, o número representa uma oportunidade de fortalecimento das fintechs. “Especialmente com o público jovem, que busca cada vez mais facilidade e serviços que podem ser resolvidos online. As fintechs devem crescer ainda mais dentro desse perfil de consumidor”, finaliza.

Sobre a PagueVeloz
A PagueVeloz surgiu em 2013 como uma plataforma online que facilita o recebimento via cartão de crédito, o gerenciamento e a emissão de boletos, a formulação do preço de vendas parceladas e o pagamento de despesas com o saldo da conta do próprio sistema. Foi a primeira startup brasileira a lançar um aplicativo com comando de voz para transferências. Atualmente, são mais de 4 mil usuários em todo o país. Em 2016, movimentou mais de R$ 60 milhões em transações no cartão de crédito e R$ 200 milhões no boleto.

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Cummins do Brasil implementa sistema de manufatura com apoio da Teclógica http://tisc.com.br/cummins-do-brasil-implementa-sistema-de-manufatura-delmia-apriso-mes-com-apoio-da-teclogica/ http://tisc.com.br/cummins-do-brasil-implementa-sistema-de-manufatura-delmia-apriso-mes-com-apoio-da-teclogica/#respond Mon, 06 Nov 2017 13:29:13 +0000 http://tisc.com.br/?p=6956 O sistema desenvolvido pela empresa francesa Dassault Systèmes é considerado um dos mais eficientes softwares de gerenciamento de chão de fábrica do mundo A Teclógica, empresa de gestão de processos de TI e Negócios, passa a ser responsável pela implementação dos projetos de desenvolvimento da tecnologia DELMIA Apriso (MES) na Cummins Brasil, companhia presente em mais de 190 países que atua de forma integrada em toda a América Latina desenhando, fabricando, distribuindo e realizando serviços relacionados a motores a diesel e geração de energia. Com os serviços da Teclógica, a Cummins pretende realizar melhorias no processo por meio de configurações […]

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O sistema desenvolvido pela empresa francesa Dassault Systèmes é considerado um dos mais eficientes softwares de gerenciamento de chão de fábrica do mundo

A Teclógica, empresa de gestão de processos de TI e Negócios, passa a ser responsável pela implementação dos projetos de desenvolvimento da tecnologia DELMIA Apriso (MES) na Cummins Brasil, companhia presente em mais de 190 países que atua de forma integrada em toda a América Latina desenhando, fabricando, distribuindo e realizando serviços relacionados a motores a diesel e geração de energia. Com os serviços da Teclógica, a Cummins pretende realizar melhorias no processo por meio de configurações sistêmicas para a adequação das mudanças do negócio.

A necessidade de configurar o sistema de manufatura DELMIA Apriso (MES) foi diagnosticada após o início do planejamento de um projeto que visa implantar uma prensa na linha de produção.

“Nós precisávamos realizar a integração dos sistemas de modo que os softwares do chão de fábrica entendessem o papel de um novo equipamento na linha de produção, no caso a Prensa, e conseguissem coletar as informações fornecidas para dar a continuidade ao processo. Assim, optamos pela contratação dos serviços da Teclógica, que demonstrou uma boa expertise para gerenciar e executar projetos desse porte”

Cledson Lanzilotti, engenheiro de Manufatura, da Cummins Brasil

O sistema de manufatura DELMIA Apriso (MES), desenvolvido pela Dassault Systèmes, é um dos mais conhecidos e eficientes softwares de gerenciamento de chão de fábrica do mundo e é a única plataforma adaptável para o controle de operações de fabricação com BPM (Business Process Management). “O principal objetivo do sistema DELMIA Apriso (MES) é promover a constante melhoria no chão de fábrica, permitindo o gerenciamento e controle de todo o ciclo de vida do produto na linha de produção. Buscamos atender todos os nossos clientes com excelência e expertise, assim, nossa expectativa é que ao final do projeto todas as necessidades da Cummins sejam atendidas, atuando com tecnologias de ponta e garantindo a satisfação de todos os seus clientes”, ressalta o gerente comercial da Teclógica, Aloísio Arbegaus.

A Cummins ainda ressalta que pretende fidelizar os serviços da Teclógica. “Esperamos que ao final da implementação nossa equipe de TI esteja totalmente alinhada com a tecnologia implementada para auxiliar nas mais diversas demandas da empresa de acordo com os padrões globais e particularidades locais”, finaliza o gerente do projeto, Fabrício Rocha, da Cummins Brasil.

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ACATE e ABIMAQ lançam Cluster Nacional para a Indústria 4.0 http://tisc.com.br/acate-e-abimaq-lancam-cluster-nacional-para-a-industria-4-0/ http://tisc.com.br/acate-e-abimaq-lancam-cluster-nacional-para-a-industria-4-0/#respond Tue, 10 Oct 2017 13:38:26 +0000 http://tisc.com.br/?p=6946 A Vertical Manufatura da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) lançam o Cluster Nacional para a Indústria 4.0. A iniciativa surge para acelerar o processo de adoção na indústria nacional dos conceitos e benefícios da Quarta Revolução industrial, que por meio da descentralização do controle dos processos produtivos utilizando dispositivos inteligentes interconectados permitirá a indústria ser mais competitiva, melhorando a performance, reduzindo os custos de transformação, de manutenção e de tempo de lançamento de produtos (time-to-market) e, principalmente, possibilitando a geração de novas receitas com serviços associados aos […]

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A Vertical Manufatura da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) e a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (ABIMAQ) lançam o Cluster Nacional para a Indústria 4.0. A iniciativa surge para acelerar o processo de adoção na indústria nacional dos conceitos e benefícios da Quarta Revolução industrial, que por meio da descentralização do controle dos processos produtivos utilizando dispositivos inteligentes interconectados permitirá a indústria ser mais competitiva, melhorando a performance, reduzindo os custos de transformação, de manutenção e de tempo de lançamento de produtos (time-to-market) e, principalmente, possibilitando a geração de novas receitas com serviços associados aos produtos .

O lançamento do cluster foi formalizado durante evento em Joinville (SC) nessa terça-feira, 12 de setembro, com a assinatura do protocolo por membros da ABIMAQ e ACATE. Representantes de uma das principais indústrias catarinenses, a Embraco, apresentaram cases da utilização da Indústria 4.0 na empresa, decisivos no projeto de obtenção da medalha de bronze em World Class Manufacturing (WCM), ou Produção de Classe Mundial. “A Embraco foi a primeira indústria de eletrodomésticos do mundo a atingir tal distinção, em parte graças aos projetos de Indústria 4.0 implantados”, disse Claudemir Santos, diretor de operações.

De acordo com Bruno Gellert, coordenador do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada (GTMAV) da ABIMAQ, a entidade entende que as empresas industriais carecem de informações e conhecimento sobre como aplicar as tecnologias digitais da Indústria 4.0.

“A união das entidades e a criação do cluster é vista como primordial, sendo que desta forma conseguiremos conectar uma maior quantidade de empresas provedoras de solução para servir de referência ao mercado. Além disso, a representatividade deste segmento ganha força e os interesses em comum das empresas associadas às duas instituições serão debatidos e encaminhados de forma mais efetiva”.

Bruno Gellert, coordenador do Grupo de Trabalho de Manufatura Avançada (GTMAV) da ABIMAQ

A Vertical Manufatura da ACATE reúne empresas que fornecem tecnologia para a indústria e tem trabalhado para acelerar a adoção da Indústria 4.0 em Santa Catarina e no Brasil, com ações de divulgação dos cases e resultados obtidos pelas participantes do grupo.

“O lançamento do cluster é mais uma ação neste sentido. Temos como objetivo ser uma das principais referências nacionais em tecnologia para Indústria 4.0. Para isso, contamos com uma grande diversidade de soluções alinhadas à Quarta Revolução Industrial, desenvolvidas pelas nossas empresas”.

Tulio Duarte, diretor da Vertical Manufatura

A Indústria 4.0, ou Quarta Revolução Industrial, depende de sistemas ciber-físicos, internet das coisas e big data. “Conectar máquinas e sistemas permitirá às fábricas maior autonomia e capacidade para prever falhas, agendar manutenções e adequar-se a mudanças não planejadas na produção”, explica Tulio.

A cada 15 dias, a Vertical Manufatura da ACATE e a ABIMAQ irão se reunir para dar forma e definir as regras do cluster. Uma das prioridades das associações é buscar a adesão de novas entidades à iniciativa, para que ela tenha representação em todos os estados.

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Empresas do setor tecnológico de Santa Catarina estão entre as PMEs que mais crescem no Brasil http://tisc.com.br/empresas-do-setor-tecnologico-de-santa-catarina-estao-entre-as-pmes-que-mais-crescem-no-brasil/ http://tisc.com.br/empresas-do-setor-tecnologico-de-santa-catarina-estao-entre-as-pmes-que-mais-crescem-no-brasil/#respond Fri, 06 Oct 2017 06:44:02 +0000 http://tisc.com.br/?p=6951 Oito empresas catarinenses de tecnologia estão entre as 100 Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que mais crescem no Brasil, de acordo com o ranking da Deloitte em parceria com a revista Exame publicado nesta quinta-feira (21). A liderança ficou com a Cata Company – a startup de Florianópolis que desenvolve soluções inovadoras para o varejo e o mercado financeiro e cresceu 4.500% entre 2014 e 2016. Além da Cata Company, representam o setor tecnológico catarinense a Nanovetores Tecnologia (7ª posição), Pixeon Medical Systems (15º), Selbetti Gestão de Documentos (26º), Segware do Brasil (32º), Cianet (47º), Reivax Automação e Controle (77º) […]

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Oito empresas catarinenses de tecnologia estão entre as 100 Pequenas e Médias Empresas (PMEs) que mais crescem no Brasil, de acordo com o ranking da Deloitte em parceria com a revista Exame publicado nesta quinta-feira (21). A liderança ficou com a Cata Company – a startup de Florianópolis que desenvolve soluções inovadoras para o varejo e o mercado financeiro e cresceu 4.500% entre 2014 e 2016.

Além da Cata Company, representam o setor tecnológico catarinense a Nanovetores Tecnologia (7ª posição), Pixeon Medical Systems (15º), Selbetti Gestão de Documentos (26º), Segware do Brasil (32º), Cianet (47º), Reivax Automação e Controle (77º) e Senior Sistemas (88º).

“O segmento de tecnologia de Santa Catarina não foi construído por empresas de outras regiões ou grandes multinacionais que vieram para cá. Desde seu início, há mais de 30 anos, tem como característica ser formado por empreendedores locais e outros que escolheram nosso estado para estudar e/ou viver, enxergando na TI uma oportunidade. E mesmo num cenário de crise, essas empresas continuam a crescer”.

Daniel Leipnitz, presidente da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE)

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Escolas municipais de Florianópolis vão contar com rede Wi-Fi mais potente http://tisc.com.br/escolas-municipais-de-florianopolis-vao-contar-com-rede-wi-fi-mais-potente/ http://tisc.com.br/escolas-municipais-de-florianopolis-vao-contar-com-rede-wi-fi-mais-potente/#respond Thu, 05 Oct 2017 11:24:30 +0000 http://tisc.com.br/?p=6938 Nesta quinta-feira, 5, a Prefeitura de Florianópolis recebe a doação de 60 roteadores de Wi-Fi por meio da mobilização da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) com empresas e cidadãos. A cerimônia será às 18h no evento Vertical Meeting na ACATE. A iniciativa conta com a colaboração de: Intelbras, Weblink, Involves, Dialetto, Outclass, Khor Tecnologia, StelaTek, Agriness, Adeptmec, HarboR, WPLEX, Nexxera, Softplan, Paradigma, GnTech, Audaces, Cebra, Myreks, Procel, Nanovetores, Pedra Branca, Luiz Gonzaga Coelho, Fundação Certi, Rafael Kuerten, Clear Inovação e Prof. Sergio Luiz Gargioni. Os aparelhos serão instalados em 25 escolas municipais que precisam de mais potência na […]

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Nesta quinta-feira, 5, a Prefeitura de Florianópolis recebe a doação de 60 roteadores de Wi-Fi por meio da mobilização da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) com empresas e cidadãos. A cerimônia será às 18h no evento Vertical Meeting na ACATE. A iniciativa conta com a colaboração de: Intelbras, Weblink, Involves, Dialetto, Outclass, Khor Tecnologia, StelaTek, Agriness, Adeptmec, HarboR, WPLEX, Nexxera, Softplan, Paradigma, GnTech, Audaces, Cebra, Myreks, Procel, Nanovetores, Pedra Branca, Luiz Gonzaga Coelho, Fundação Certi, Rafael Kuerten, Clear Inovação e Prof. Sergio Luiz Gargioni.

Os aparelhos serão instalados em 25 escolas municipais que precisam de mais potência na rede para aulas de informática. Cada roteador comporta 100 usuários simultâneos. A iniciativa fomenta a tecnologia e inovação na educação de crianças e adolescentes de Florianópolis. Com esse mesmo intuito, recentemente a administração municipal entregou mais de mil tablets e chromebooks nas escolas.

“Somos a Ilha do Silício. Por isso, é fundamental que nossas crianças e adolescentes tenham estrutura para o ensino. Estamos agradecidos à todas as empresas que foram mobilizadas por meio da ACATE por essa doação que fará a diferença no aprendizado das escolas. No que depender da nossa gestão, iremos incentivar cada vez mais esse importante setor”.

Gean Loureiro, prefeito de Florianópolis

Laboratório de Inovação Urbana

Na ocasião também será assinado o termo de cooperação para a implantação do Laboratório de Inovação Urbana entre ACATE, ACIF e Prefeitura de Florianópolis. O objetivo é fomentar projetos inovadores que façam a diferença na realidade da cidade. Para instituir o laboratório, grandes centros como Nova York e Barcelona foram estudados, sendo modelos para o de Florianópolis. A primeira ação no município tem previsão de lançamento em outubro.

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Representantes da ACATE buscam inspiração em ecossistema israelense http://tisc.com.br/representantes-da-acate-buscam-inspiracao-em-ecossistema-israelense/ http://tisc.com.br/representantes-da-acate-buscam-inspiracao-em-ecossistema-israelense/#respond Sun, 01 Oct 2017 12:32:01 +0000 http://tisc.com.br/?p=6942 Representantes da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) participaram de missão a Israel para conhecer o ecossistema do país que é considerado o segundo melhor ambiente do mundo em inovação e tecnologia, atrás apenas do Vale do Silício, na Califórnia (EUA). Entre 8 e 18 de setembro, Daniel Leipnitz, presidente; Gabriel Sant’Ana, diretor executivo; Marcos Lichtblau, vice-presidente de Finanças, e Silvio Kotujansky, vice-presidente de Mercado, conheceram universidades, empresas do setor tecnológico, fundos de investimento e autoridades israelenses. Um dos aspectos destacados pelo grupo é que Israel tem uma geografia desfavorável para a maior parte das atividades econômicas, o que […]

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Representantes da Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia (ACATE) participaram de missão a Israel para conhecer o ecossistema do país que é considerado o segundo melhor ambiente do mundo em inovação e tecnologia, atrás apenas do Vale do Silício, na Califórnia (EUA). Entre 8 e 18 de setembro, Daniel Leipnitz, presidente; Gabriel Sant’Ana, diretor executivo; Marcos Lichtblau, vice-presidente de Finanças, e Silvio Kotujansky, vice-presidente de Mercado, conheceram universidades, empresas do setor tecnológico, fundos de investimento e autoridades israelenses.

Um dos aspectos destacados pelo grupo é que Israel tem uma geografia desfavorável para a maior parte das atividades econômicas, o que contribui para os empreendedores saírem da zona de conforto.

“Um país pequeno é obrigado a pensar no mercado internacional. Ser cercado de inimigos impulsiona o desenvolvimento de tecnologia de ponta em segurança e não ter recursos naturais leva os israelenses a buscar alternativas de negócios inovadores”

Daniel Leipnitz, presidente da ACATE

Na Universidade de Tel Aviv, a comitiva conheceu o fundo criado pela própria instituição de ensino para investir em projetos de pesquisa da universidade. A educação de alto nível foi outro ponto que chamou atenção: a universidade é considerada a nona melhor do mundo. Uma das principais métricas que a colocam nessa posição é o volume de capital obtido de investidores por empresas de ex-alunos. As pesquisas desenvolvidas são focadas em aplicação prática e solução de problemas, o que aproxima a academia do mercado e gera um grande número de empreendimentos e inovação.

“Além de formar ótimos profissionais, Israel investe em atração de cérebros. O país só conseguiu se desenvolver rapidamente porque foi capaz de atrair profissionais – engenheiros, cientistas, empreendedores – de alto nível. Ainda que no caso deles existam fatores históricos importantes, sabemos que todos os principais ecossistemas de inovação no mundo possuem programas e ações sérias para atrair e possibilitar a fixação de talentos”, destaca Kotujansky.

Israel tem 350 centros de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) ligados a grandes empresas, e Tel Aviv concentra 60 fundos de venture capital. O país tem um ambiente regulatório favorável à entrada de investidores e ao comércio internacional. Os diretores da ACATE aproveitaram a missão para conhecer a Pitango Venture Capital, GlenRock Group, a Maverick Ventures e a Grove Ventures, com o objetivo de criar uma ponte para que investidores israelenses também possam investir em empresas catarinenses.

“Israel tem 6 mil startups, com 8,5 milhões de habitantes. O Brasil, com 190 milhões de pessoas, tem o mesmo número de empresas nascentes inovadoras. Isso é resultado do investimento em educação, atração de capital humano qualificado e investimento em inovação”, reflete Lichtblau.

Durante a missão, o grupo ainda conheceu a aceleradora Light House, as empresas mPrest, Parkam e SimilarWeb e se reuniram com representante da Autoridade Israelense para a Inovação, agência do governo com orçamento de US$ 500 milhões anuais. Além dos representantes da ACATE, políticos, agentes de segurança pública e empresários catarinenses participaram das visitas. Os recursos financeiros para a missão viagem foram obtidos por meio de projeto com apoio da Financiadora de Estudos e Projetos (Finep).

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Pequenas empresas ganham novas fontes de crédito para iniciativas inovadoras http://tisc.com.br/pequenas-empresas-ganham-novas-fontes-de-credito-para-iniciativas-inovadoras/ http://tisc.com.br/pequenas-empresas-ganham-novas-fontes-de-credito-para-iniciativas-inovadoras/#respond Wed, 27 Sep 2017 11:28:22 +0000 http://tisc.com.br/?p=6940 A agilidade, característica e necessária do segmento de inovação, acaba de ganhar um aliado quando o assunto é crédito. O convênio assinado entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia – ACATE e a cooperativa central de crédito Sicredi-Sul vai permitir que os mais de 1,1 mil associados da ACATE possam financiar seus projetos por meio do programa BRDE Inova, do BRDE, via Sicredi. Por meio do convênio, a ACATE fará a divulgação das linhas de financiamentos disponíveis para seus associados e fica responsável por ajudar o empresário a reunir […]

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A agilidade, característica e necessária do segmento de inovação, acaba de ganhar um aliado quando o assunto é crédito. O convênio assinado entre o Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo Sul – BRDE, a Associação Catarinense de Empresas de Tecnologia – ACATE e a cooperativa central de crédito Sicredi-Sul vai permitir que os mais de 1,1 mil associados da ACATE possam financiar seus projetos por meio do programa BRDE Inova, do BRDE, via Sicredi.

Por meio do convênio, a ACATE fará a divulgação das linhas de financiamentos disponíveis para seus associados e fica responsável por ajudar o empresário a reunir documentos necessários para a captação do financiamento e por analisar a aderência do projeto ao programa BRDE Inova. As cooperativas filiadas ao Sicredi farão a análise do projeto e de sua viabilidade econômica. Assim, o processo ganha agilidade na tramitação dentro do BRDE, responsável pela liberação dos recursos.

“O BRDE tem buscado, por meio dessas parcerias, disseminar a oferta de crédito para a inovação. Já são quase R$ 500 milhões em financiamentos para a inovação desde a criação do programa, dos quais 47% em SC”

Nelson Ronnie dos Santos, superintendente do BRDE

Para o Consultor de Negócios do Sicredi, Oscar Cunha, o convênio reforça a parceria da cooperativa com Santa Catarina e contribui para o cumprimento da missão do Sicredi, de ser um propulsor do desenvolvimento das comunidades onde está presente. Ele cita como o principal benefício do convênio para os associados da ACATE a penetração da cooperativa no Estado. “Somos a primeira instituição financeira cooperativa de crédito do Brasil, com 115 anos no mercado e mais de 100 agencias no estado de SC”, afirma.

Na avaliação do diretor executivo da ACATE, Gabriel Sant’Ana Palma Santos, o objetivo é ampliar o acesso ao crédito para inovação dos associados, permitindo um caminho ágil para o financiamento de seus produtos e serviços inovadores. “O principal benefício é a criação de mais um canal de relacionamento e acesso ao crédito. Sabe-se que as empresas de tecnologia têm o seu principal ativo no capital humano, dificilmente investem em ativos fixos, como prédios e grandes equipamentos, logo a dificuldade em garantias. Ter parceiros que entendem essa realidade e estão dispostos a inovar também no acesso ao crédito é um grande diferencial”, afirma Santos.

O Programa BRDE Inova foi pioneiro em entender e atender as demandas do setor de tecnologia e das empresas inovadoras, afirma Ronnie, do BRDE. “A flexibilização de garantias para projetos de até R$ 1 milhão foi um avanço significativo e uma quebra de paradigmas no crédito de longo prazo”, explica. Para o executivo da ACATE, como a maior parte das empresas nasce sem um alto capital próprio, o acesso a crédito pode viabilizar e acelerar o negócio. “Isso gera emprego e renda para a economia e permite que as empresas sigam aumentando seu portfolio e conquistando novos mercados”, explica o superintendente do BRDE.

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